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    Terapia ajuda a emagrecer?

    Por Magnus Personal Trainer em

    Ter um corpo magro é o desejo de muitas pessoas que estão insatisfeitas com a sua aparência. Para alcançar essa meta, não basta apenas controlar a alimentação, por meio de dietas balanceadas e equilibradas, tampouco somente investir na prática de exercícios físicos.

    Além desses dois fatores, que são essenciais para o emagrecimento, é indispensável focar em um outro elemento determinante para o sucesso desse processo: a mente.

    De pouco adianta estar disposto a seguir dietas mais saudáveis, assim como encarar uma rotina de atividades físicas regulares, se a sua cabeça não estiver preparada para uma reeducação de hábitos.

    A seguir, entenda como a terapia pode ser útil – e importante – em um processo de emagrecimento.

    mulher fazendo terapia - Magnus Personal Trainer

    Terapia como aliada

    O ato de comer está natural e culturalmente relacionado a estados de humor. Quando recebemos uma visita, é comum oferecermos algo ao hóspede para comer, no intuito de expressar a nossa satisfação ao recebê-lo e deixá-lo mais à vontade e feliz no ambiente.

    Da mesma forma, quando estamos insatisfeitos, é comum expressarmos as nossas frustrações e tristezas por meio de impulsos alimentares, descontando na comida tudo aquilo que nos causa desconforto, buscando diminuir a ansiedade.

    Situações como essas reforçam os riscos que comer exageradamente provocam no nosso quadro físico e emocional. Nessa perspectiva, a capacidade de controlar os impulsos alimentares por meio de terapia é fundamental em um processo de perda de peso.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental, por exemplo, pode ser uma aliada de extrema importância para quem deseja emagrecer, já que ela trabalha questões relacionadas aos pensamentos, sentimentos e comportamentos que envolvem o processo de emagrecimento.

    Quais aspectos da alimentação a terapia ajuda a lidar?

    Em sessões de terapia, é possível que o paciente se sinta aberto a compartilhar os seus pensamentos, emoções e angústias e perceba como o consumo excessivo de comida influencia negativamente nessas questões.

    A partir da visualização do problema, pode-se buscar exercitar a mente para mudar certas atitudes capazes de desencadear hábitos alimentares prejudiciais.

    Por meio da terapia, a pessoa fica apta a desenvolver melhores mecanismos para lidar com a ansiedade, a tristeza, o estresse e a culpa, o que permite que ela organize melhor a sua rotina, inclusive a de alimentação.

    Trata-se de um trabalho mental capaz de possibilitar uma nova visão do paciente em relação ao ato de comer, enxergando essa atividade como mais uma ação prazerosa da sua rotina, mas não a única.

    Autoconhecimento

    A terapia é uma atividade voltada para a reprogramação do cérebro, buscando combater os impulsos naturais que o paciente tem quanto à comida.

    É um processo que promove o constante autoconhecimento do paciente, na medida em que o ensina a desenvolver e exercitar novas formas de lidar com os impulsos alimentares.

    De uma forma geral, a terapia auxilia na maneira como nos relacionamos com a comida, procurando estimular o equilíbrio mais eficaz possível entre corpo e mente, o que vai, consequentemente, resultar em um emagrecimento saudável.

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